agosto 31, 2009

Torga


"Mas a pátria é um íman, mesmo quando a universalidade do homem, como neste preciso momento, sai dos tacanhos limites do planeta. Poucos resistem à sua atracção ao verem-se longe dela, seja qual for a órbita em que se movam. Até os seus filhos de ficção. Por mais fortuna que tenham pelo mundo a cabo, é com o ninho onde nasceram que sonham noite e dia. É que só nele se exprimem correctamente, estão certos nos gestos, são realmente quem são."

"Seguia as passadas do velho Duro, sem o ser. E não há falência maior do que imitar o passado, mesmo que seja o nosso."
In: "Contos da Montanha"

1 comentário:

Tiago Ramalho disse...

Este livro é quase tão maravilhoso como os novos contos da montanha... ;)

Excertos de altíssimo nível:)